Ora bem, hoje é o dia a que eu chamo "slap-in-the-face" porque é aquele dia de descompressão e ressaca que envolve o dia a seguir dos concertos. E como ontem estive no Optimus Alive, hoje é esse tal dia.
Lembro apenas que as bandas de ontem foram: Ramp, Mastodon, Lamb of God, Machine Head, Slipknot e Metallica. Destas todas a única que nunca tinha visto foi Lamb of God e aquela que eu queria rever outra vez era Machine Head.
E ontem foi brutalíssimo, acho que não há outra palavra para descrever... Lamb of God na sua primeira passagem por terras lusas não deixou ninguém ficar mal e, segundo as palavras do próprio vocalista, Randy Blythe, já ficámos na lista deles como dos melhores públicos que eles tiveram.
Depois de terem aquecido as hostes mais frenéticas, houve quem não arredasse pé para ver os Machine Head que se seguiam. E posso dizer que naquele concerto não se perguntava "tavas no mosh?" era mais o "não estavas no mosh?!" porque era impossível... Mas soube tão bem para descarregar energias e, passo a expressão, curti pra c*ralho. Foi mais que brutal, Robb Flynn sempre super comunicativo com o público com uma energia que parecia inesgotável tanto para cantar, tocar e falar connosco, apelando aos mosh pits (gigantes, diga-se). Acho que por aquilo que eu vi e em que estive, não deve ter ficado desiludido...
Depois em Slipknot foi a pausa para o jantar e tal, depois lá voltámos e, sinceramente, eu gostava mais deles até ao terceiro álbum. Mas deram um bom concerto, o pessoal vibrou imenso, houve espectáculo de bateria, com o Joey lá nas alturas e a praxe da "Spit it Out", no final.
No fim, Metallica é sempre Metallica. Quem vê pela primeira vez fica maravilhado, quem já viu mais que uma vez também gosta, mas já viu melhores. E Roberto Trujillo é um querido, no fim disse a bela frase "Vocês são uns grandes malucos!". Em português!!
Pontos negativos: o facto de serem tantas bandas e, talvez por isso, terem tocado tão pouco. Acho que todos os concertos souberam a pouco, Ramp tocaram umas míseras 6 músicas, Machine Head tocaram 10... enfim, eles que venham cá em nome próprio que também temos salas para isso, não há só festivais.
Ainda tive a uns míseros minutos de conseguir autografos dos Machine Head, mas quando lá cheguei, eles tinham acabado de dizer que já tinham acabado. Damn it...
Conclusões: 50 mil pessoas no Optimus Alive, pó, cerveja, roupa preta e muito metal.
Hoje: as habituais dores no corpo (braços, pernas, costas, estou toda partida...), as queimaduras solares (quem for, ponha creme protector!!!) e o desejo de "quando é que há mais?!"
Fotos e reportagem aqui: Blitz.
Slap in the Face, depois do Optimus Alive
musicContagem decrescente...
music... para amanhã no Optimus Alive!
Ramp, Mastodon, Lamb of God, Machine Head, Slipknot e Metallica.
Vai ser brutal =)
Gifts!
trivia"Gostas de puzzles?" "Gosto."
"Gostas de Van Gogh?" "Gosto."
Resultado? Isto:
Com 1500 peças, já tenho com que me entreter nas férias...lol
Obrigado meninas! =)
24
triviaO Fantasma da Ópera
books, moviesBom...desengane-se quem acha que O Fantasma da Ópera é somente uma história de amor protagonizado pelas 3 personagens Raoul-Christine-Fantasma. É muito mais que isso: tem mistério, crime, obsessão, eventos estranhos que acontecem numa Ópera labiríntica com passagens secretas, cinco pisos abaixo do solo e um lago onde vive o Fantasma, Erik. Uma história que agarra desde o início e que, apesar do final trágico, penso que é o adequado para todas as personagens.
Eu fiquei apaixonada pelo Fantasma, era a minha personagem favorita. Alguém que fora rejeitado a vida toda e que só queria uma coisa: ser amado por aquilo que ele realmente era, apesar das suas feições disformes.
Para logo, já tenho o sofá reservado para ver o filme, de 2004, pelas mãos de Joel Shumacher. Já sei, por algumas opiniões que tenho visto, que em pouco se baseia no livro, a não ser na parte romântica da história. A ver, vamos...
A Ópera do Fantasma
books, triviaEstou, neste momento, a ler o Phantom of the Opera, de Gaston Leroux e estou a adorar! Não só pela história em si, mas também pelas descrições que são feitas do espaço físico da Ópera de Paris, que é deslumbrante. Ora ficam aqui algumas imagens:


Nunca vi nenhuma ópera, mas o Fantasma da Ópera, em Paris, não tinha dúvidas nenhumas de que eu irira...
